terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Energia Positiva :D
Hoje levantei me cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está a chover ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou sentir me encorajada para evitar o desperdicio. Posso reclamar da minha saúde ou dar graças por estar viva. Posso queixar me dos meus pais por não me terem dado tudo o que eu queria ou posso ser grata apenas por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso lamentar decepções com amigos ou entusiasmar me com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frenteà espera para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, para lhe dar forma. Tudo depende só de mim.!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Final Feliz

'Depois desta relação ter tido 'fim', sim, relação, pois nunca foi oficial, nunca foi namoro, eu bati no fundo, fiquei sem nada, de repente vi-me sem chão, perdi tudo porque desejei perder, fazias parte dos amigos, e preferi afastá-los a ter de te encarar todos os dias. Não te evitava só porque te amava, mas porque me enganaste, e amavas outra, mesmo depois de tudo o que passamos. Neste tempo, sofri mais do que algum dia me lembrara, fui por duas vezes ao hospital, pois ali tinha justificação para faltar e motivo para poder chorar, infelizmente sai de lá com a mesma dor pois ainda não há solução para quem sofre de amor. Durante longos meses chorava todos os dias, cansava-me tanto a mim como as amigas que tantas vezes ouviam falar de Ti., adormecia cansada de tanto chorar. Não posso dizer que aprendi a viver sem ti, simplesmente sobrevivi a tua ausência. Mais dificil se tornava quando a ausência era só quando tu querias. Meus braços sempre abertos, para te receber, mesmo sabendo que não ias ficar, e que amanhã nem me irias falar. Mas o amor é mesmo isso, correr riscos para viver momentos, e foi o que vivi durante 7 meses, vivi de momentos, passados e futuros. E foi exactamente quando aprendi a viver sem Ti, quando já sorria mesmo Tu não estando presente, quando apenas chorava por Ti dia sim dia não, que Tu voltaste, sozinho, sem o passado, aquele passado que tanto me magoou, e aqui estava eu, mais uma vez atirando tudo ao ar para me entregar à incerteza de um amor que, como tanto outros, não era certo, a um homem que era confuso e, quem sabe, apaixonado por outra. Mas hoje, agradeço por ser como sou, entregar-me ao amor sem medo de sofrer, porque ninguém morre de amor, e se não me tivesse entregado a ele como entreguei, hoje não estariamos juntos, não estariamos prestes a fazer '2 anos' de amor, e agora sim, de namoro. Porque nem todas as histórias de amor tem um final triste, porque vale a pena correr riscos para viver um verdadeiro amor, mesmo sabendo que ele pode não ser eterno.'
Amo-te (L)
Amor Para Recordar.


'Quando à dois anos terminei o namoro que tinha, tu foste o meu ombro amigo, o meu apoio, o meu refugio. O amigo que me fazia rir quando a vontade era chorar, que me fazia esquecer tudo o que constantemente me lembrava. Nessa altura já o meu coração batia mais forte quando te via sorrir. Fazíamos parte de um grupo de amigos e nesse ano, iamos passar o ano, todos juntos. Dias antes, e mesmo no dia em que partimos, eramos apenas amigos, falavamos sobre tudo o que gostávamos e não gostávamos, o que queríamos da vida e também o que não queriamos. Nesse momento, descobri que eramos mais parecidos do que em tempos pensara. No dia em que chegámos ao destino, houveram gestos, olhares, momentos que me fizeram temer o que se poderia passar entre nós, senti o medo de perder uma amizade num romance mal planeado. A verdade é que por mais que temesse, já não me sentia capaz de controlar o sentimento que há uns meses sentia. Quando anoiteceu decidimos dormir todos juntos, na sala de estar, num colchão. Quando me apercebi, estavamos deitados, lado a lado. A meio da noite senti-me demasiado perto de ti, arrepiei-me quando senti o teu corpo tocar o meu. Foi ali, naquele dia, naquela madrugada, que nos beijamos pela primeira vez, que vivemos a nossa paixão. E se há momentos na vida que não se esquecem, este será, sem duvida, daqueles que irei para sempre relembrar. Quando aqueles dias terminaram, achei que cada um voltaria à sua vida tal e qual como a deixara. Mas, na realidade, isso não aconteceu. Ambos abandonamos o nosso passado, e vivemos o presente, juntos. Viviamos a nossa paixão fugidos, encontravamo-nos num sitio que era só nosso, para disfrutar-mos esta paixão que passara a ser escondida, e por isso ainda mais apaixonada. Vivemos esta paixão durante os 4 meses seguintes.
Tudo Contigo foi especial, confesso que sim, mas houve momentos que me marcarão para sempre, e um deles foi o momento em que te contei o que mais me envergonha até hoje. No passado cometi um erro, e com esse erro sofri e passei por momentos que só pessoas tão especiais quanto Tu teriam o direito de saber. No sitio que na altura era o nosso , estavamos abraçados, a olhar o ceu enquanto chovia, quando decidi que estava na hora de te contar uma coisa que tu já sabias, mas não pela minha boca. Apesar do erro ter sido meu, e da crueldade que me é atribuida por ele, eu também paguei, mas com sofrimento, esse mesmo erro. Enquanto te contava, as lagrimas caiam-me pelo rosto, e sentia o teu abraço cada vez mais forte, e depois de um longo silêncio, quando te voltei a encarar, choravas mais que eu, quase a imaginar o que tinha aquilo significado para mim, e sem nada dizer-mos abraçamo-nos, e foi passado esse momento que me prometes-te que nunca me irias magoar. E hoje sei, que cumpriste a tua promessa, da maneira que conseguiste, até onde aguentaste e hoje, amo-te mais por isso.
Realmente, durante o tempo que tivemos juntos foi tudo especial, foram meses perfeitos, de escondidas, é verdade, mas confesso que dava ainda mais intensidade à nossa 'relação'.
Passados três meses, a insegurança tomou conta de mim, e a tua (já) falta de paciencia ditou o fim do nosso amor. Esta insegurança poderia ter sido justificada com a minha 'doença', que passado uns dias tive coragem de te contar, e mais uma vez me surpreendeste, mostrando ser muito melhor pessoa do que algum dia eu conseguirei vir a ser. Apesar de achares que isto era uma doença de 'meninas estupidas', apoiaste-me sem em nenhum momento me virares as costas.
De qualquer maneira o nosso amor não sobreviveu, foste mais meu amigo que amante e, ao contrario do que muitas vezes te acusei, tu fizeste a rapariga mais feliz do Mundo, porque me deste a conhecer o verdadeiro amor. E hoje sei que um verdadeiro amor não se esquece, apenas podemos falar dele sem chorar!'
Tudo Contigo foi especial, confesso que sim, mas houve momentos que me marcarão para sempre, e um deles foi o momento em que te contei o que mais me envergonha até hoje. No passado cometi um erro, e com esse erro sofri e passei por momentos que só pessoas tão especiais quanto Tu teriam o direito de saber. No sitio que na altura era o nosso , estavamos abraçados, a olhar o ceu enquanto chovia, quando decidi que estava na hora de te contar uma coisa que tu já sabias, mas não pela minha boca. Apesar do erro ter sido meu, e da crueldade que me é atribuida por ele, eu também paguei, mas com sofrimento, esse mesmo erro. Enquanto te contava, as lagrimas caiam-me pelo rosto, e sentia o teu abraço cada vez mais forte, e depois de um longo silêncio, quando te voltei a encarar, choravas mais que eu, quase a imaginar o que tinha aquilo significado para mim, e sem nada dizer-mos abraçamo-nos, e foi passado esse momento que me prometes-te que nunca me irias magoar. E hoje sei, que cumpriste a tua promessa, da maneira que conseguiste, até onde aguentaste e hoje, amo-te mais por isso.
Realmente, durante o tempo que tivemos juntos foi tudo especial, foram meses perfeitos, de escondidas, é verdade, mas confesso que dava ainda mais intensidade à nossa 'relação'.
Passados três meses, a insegurança tomou conta de mim, e a tua (já) falta de paciencia ditou o fim do nosso amor. Esta insegurança poderia ter sido justificada com a minha 'doença', que passado uns dias tive coragem de te contar, e mais uma vez me surpreendeste, mostrando ser muito melhor pessoa do que algum dia eu conseguirei vir a ser. Apesar de achares que isto era uma doença de 'meninas estupidas', apoiaste-me sem em nenhum momento me virares as costas.
De qualquer maneira o nosso amor não sobreviveu, foste mais meu amigo que amante e, ao contrario do que muitas vezes te acusei, tu fizeste a rapariga mais feliz do Mundo, porque me deste a conhecer o verdadeiro amor. E hoje sei que um verdadeiro amor não se esquece, apenas podemos falar dele sem chorar!'
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